Já vai faltando tempo e vontade para manter este mini-blogue, por isso e antes que comece realmente a estrebuchar, acabo-lhe já com o pio.
RIP!
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Numa certa tarde solarenga entrámos - eu e a Elsa - na infame discoteca Carbono, em Lisboa. Lá dentro para além das mais que prováveis sessões de busca por «aquele» álbum a preço lowcost, esperavam-nos um punhado de posters de um antigo filme de espionagem, que pelo nome indicava ter sido rodado em Lisboa.
O nome em «gordas» era o de Brett Halsey, uma cara conhecida para os fãs do western-spaghetti, que aqui vestia a pele de agente secreto 077 (não é erro, ahh malditos italianos). Tentei encontrar uma cópia decente do filme, mas a única coisa que consegui foi um divx ripado de uma VHS mal tratada. E este fim-de-semana marchou.
Veredicto: É fraco, muito fraco. Não tenho grandes dúvidas que o pior dos filmes da saga oficial 007 daria uma goleada neste “077 Missão em Lisboa”, mas enfim, bons e maus há que vê-los a todos!

Mais um fim-de-semana, mais uma adaptação da Marvel para o cinema. Desta vez Thor, o super-herói que sempre me valeu uma valente indiferença. A rapaziada lá do trabalho avisou-me que não valia a pena, mas não é o achei tão mau como isso. E agora que completei o ciclo individual dos Vingadores, aposto no prémio «patinho feio» para o Homem de Ferro. Quem diria!

Os filmes desta saga “furiosa” são tão execráveis que não me consigo lembrar de mais do que uma/duas cena(s) de cada um deles. Mas porra, vi-os todos! Este aqui conseguiu até criar o inédito sentimento de curiosidade, culpa do elenco que conta com o nosso portuga em Hollywood, quem mais: Joaquim de Almeida!
Sem grandes surpresas o filme é mais do mesmo, tipos beras com carros rápidos e beldades de “nalga” à mostra. Ainda que neste novo episódio se tenha dado mais enfoque ás cenas de acção que propriamente ás aborrecidíssimas corridas de carros quitados. Nada que me chateei demasiado, afinal é apenas mais um filme de merda…
Os gringos não notarão mas a maioria dos actores com papeis de nativos brasileiros têm um sotaque péssimo. Com tanto actor brasileiro disponível, pergunto-me o que terá justificado o recrutamento destes tipos. E ao fim de contas parece que só o nosso Quimzinho se empenhou por ter um sotaque brasileiro satisfatório.
Não presta mas venha daí a sexta parte que o pessoal precisa falar mal de alguma coisa!

Não é um filme de merda, nem tão pouco o filme prodígio dos novos tempos. É antes, um bem feito filme de acção, feito por um realizador que não fazia nada de jeito desde um tal As Aventuras de Rocketeer.
Pois é, chovem adaptações de super-heróis da BD para o cinema. Ao menos esta é divertida. Se os Vingadores mantiverem o nível já valerá a pena.

Abram alas para Jason Statham, o actor mais badass do momento e também o menos preocupado com essas coisas da versatilidade. Ao seu bom estilo protagoniza agora este BLITZ - SEM REMORSOS, em que encorpa o detective Brant, um tipo duro que se encontra no limiar de um esgotamento.
Enquanto filme de acção convenceu-me (policia de métodos pouco ortodoxos persegue assassino de policias com backup quase limitado a um colega homossexual), tem porrada q.b. e piadas muito bem metidas. Mas para quê os sub-enredos?!

Grandes tiros nos pés deram estes realizadores italianos na fase pós-spaghetti. Com um curriculo que inclui obras inesquecíveis, como E Dio disse a Caino, Antonio Margheriti arrepia aqui caminho pelas selvas Vietnamitas (ou seja Filipinas), mas fá-lo numa espécie de piloto automático pouquíssimo interessante. O argumento é fraco mas o pior são mesmo as interpretações da maioria desta gente que aqui se passeou.
Estava optimista que seria um bom filme de acção, mas enganei-me. Pior, ao que indaguei O Último Herói do Apocalipse faz parte de uma trilogia com acção na guerra do Vietname, mas depois deste soco no estômago não sei se me atrevo a ver os outros dois terços.

Com o assucatamento do leitor de VHS e respectivas cassetes piratas nos finais de 90, julgaria impossível voltar a assistir a coisas como este documentário. Mas uma pesquisa nos websites correctos alterou tudo. Revi-o, pois claro. E a revisita até deu para perceber que ainda me faltam conferir meia-dúzia de filmes de kung-fu, a prioridade já está definida: CHINA O’BRIEN

A jovem Hanna é vitima de mais um projecto de «soldado perfeito» criado pelo governo americano, projecto que deu para o torto, claro! Pela ideia já se percebe que a coisa têm acção, mas saibam também que a produção é avultada e tudo está muito bem feitinho, o que lhe garantirá por certo lugar nas fileiras do cinema mainstream. A odiosa Cate Blanchett até está no elenco e as cidades europeias por onde a acção decorre garantem uma demarcação da maioria das produções americanas.
Mas créditos à parte, permito-me apontar que a trama é do mais banal que o fã de cinema de acção de baixo orçamento se lembrará. E pergunto: Será que o impacto do filme seria o mesmo se substituíssemos o «papá» Eric Bana por um Jean-Claude Van Damme?

Estou verde, muito verde no que ao gialli respeita, provavelmente porque os primeiros encontros que tive com o género deixaram muito a desejar. Seja como for o nome Edwige Fenech no cartaz serviu como incentivo para mais uma investida neste nicho. A jeitosa protagoniza em parceria com Nino Castelnuovo (o “Junior” do excelente spaghetti TEMPO DE MASSACRE), esta trama mais ou menos desconexa, em que um motociclista assassino vai esfaqueando a bom ritmo modelos em trajes menores.
Seja-se justo, o filme apesar de esteticamente ser bonitinho (reparem no nome mais abaixo do canto inferior direito) é fraco. Já no rácio de melhorio descascado mereceria uma menção honrosa!

O final da minha licenciatura levou-me a estudar com algum (demasiado) pormenor os processos industriais utilizados na produção de queijo. Nessa altura andava tão obcecado com aquilo, que sempre que me atrevia a comer um bocado de queijo abriam-se-me as goelas. A jovem estudante de patologia Simona parece estar com sintomas semelhantes, mas no caso dela são os mortos que a perturbam!
A bizarra sequência de abertura do filme mostra uma série de suicídios, que Crispino parece associar com uma qualquer causa solar, mas o filme acaba por se transformar num giallo estranhamente interessante. Conseguindo a proeza de manter toda a gente sob suspeita do inicio ao fim.

Eles iam parar à forca ou cumprir largas penas na prisão militar, mas o exército dá-lhes uma ultima “chance” de defender o país, numa derradeira missão suicida.
DOZE INDOMÁVEIS PATIFES é um dos melhores filmes bélicos da safra de 60. O seu sucesso foi tal que haveria de ser replicado dezenas de vezes em produções europeias, ora em modo «macarroni combat» ora em modo «western-spaghetti».

Em À PROVA DE MORTE (de Quentin Tarantino), Zoë Bell insiste em fazer um test-drive a um Dodge Challenger branco de 1970. Um modelo idêntico aquele que o filme CORRIDA CONTRA O DESTINO enfoca.
Os Audioslave também prestaram tributo a este filme num remake comprimido ao formato videoclipe para o tema “Show me how to live”, mas eu só agora lhe meti a vista em cima. A espera valeu a pena!

Evadido dos confins dos infernos persegue culto satânico em carros de alta cilindrada, com rock musculado sulista em pano de fundo.
É mais ou menos isto que a rapaziada por detrás deste DESTINO INFERNAL nos propõe. Mas tudo isto muito mal feito na minha opinião. Até ver o mais merdozo dos filmes de 2011.

Padre badass distribui punhada em criaturas infernais. Filme de acção fantástico bastante previsível, que quase arrisca a entrar no lote das «grandes secas». Mas pelo menos os vampiros não são teenagers albinos. E até há mais coisas boas, a Maggie Q, por exemplo!